Na minha leitura, o Ibovespa voltou a sofrer forte pressão vendedora e encerrou a última sessão com queda expressiva de 1,80%, aos 177.098 pontos, após oscilar entre a mínima de 176.787 pontos e a máxima de 180.512 pontos. O índice mantém o fluxo negativo e amplia o movimento corretivo iniciado após renovar sua máxima histórica em 199.354 pontos, passando agora a mirar patamares mais baixos.
Pelo gráfico diário, observo que o índice segue negociando abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, mantendo a estrutura técnica fragilizada. Além disso, o rompimento sucessivo de regiões importantes de suporte reforça a continuidade da tendência de baixa no curto prazo. O IFR (14) em 30,80 já se aproxima da região de sobrevenda, o que aumenta a possibilidade de repiques técnicos no curtíssimo prazo. Ainda assim, o fluxo predominante segue vendedor.
Para que o índice volte a ganhar força compradora, considero importante o retorno acima das regiões de 181.900/187.780/192.890 pontos e, posteriormente, da resistência em 196.725 pontos, com alvo mais longo no topo histórico em 199.354 pontos. Acima disso, o Ibovespa poderia voltar a mirar o patamar psicológico dos 200.000 pontos.
Por outro lado, a continuidade do movimento de baixa ganha força com a perda da faixa de 176.787/175.050 pontos. Caso esse patamar seja rompido, vejo potencial para aceleração das quedas, com suportes em 171.815/166.295 pontos.
Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, o cenário segue bastante pressionado, com o índice negociando abaixo das médias de 9 e 21 períodos, reforçando a tendência negativa no curtíssimo prazo.
Para uma recuperação técnica, será necessário superar a faixa de resistência em 179.000/180.515 pontos. Caso isso aconteça, o índice pode buscar 181.900/182.870 pontos, com extensões em 185.585/187.930 pontos.
Por outro lado, caso volte a perder a região de suporte em 176.785/175.050 pontos, o fluxo vendedor pode ganhar ainda mais força, com alvos em 171.815/168.835 pontos e projeções mais longas na faixa de 166.295/163.570 pontos.

Minicontratos
Os contratos de mini-índice (WINM26), com vencimento em junho, encerraram a última sessão (13/05) com forte queda de 2,04%, aos 179.105 pontos, ampliando o fluxo vendedor e pressionando novas regiões de suporte.
Em resumo, observo um mercado ainda amplamente dominado pelos vendedores, com o índice renovando mínimas e mantendo forte tendência de baixa no curto prazo. Para o pregão, o comportamento entre o suporte em 178.790/178.425 e a resistência em 179.390/180.155 tende a definir a dinâmica dos negócios.
No gráfico de 60 minutos, o cenário segue deteriorado, com o ativo abaixo das médias e sem sinais consistentes de reversão.

O minidólar (WDOM26) encerrou a última sessão (13/05) com forte alta de 2,32%, aos 5.028 pontos, em um movimento de recuperação expressivo após a sequência de pressão vendedora das últimas semanas.
Na minha leitura, o minidólar ganhou força compradora no curto prazo e voltou a negociar acima das médias móveis nos gráficos intradiários. No gráfico de 15 minutos, o primeiro suporte relevante está em 5.020,5/4.998, enquanto a primeira resistência aparece em 5.040/5.056, regiões que devem direcionar o fluxo imediato.
No gráfico de 60 minutos, o ativo também superou as médias móveis, mas o forte afastamento sugere possibilidade de correção ou realização parcial no curto prazo.

Na minha leitura, os contratos futuros de Bitcoin (BITK26), com vencimento em abril, encerraram a última sessão em alta de 1,39%, aos 404.480 pontos, retomando o fluxo comprador em um pregão marcado por forte volatilidade.
Pelo gráfico diário, observo que o ativo voltou a ganhar força compradora após oscilações mais intensas ao longo da sessão. Apesar da recuperação, o preço retornou para dentro da faixa de lateralização, mantendo as médias móveis de 9 e 21 períodos praticamente estáveis. O ativo segue negociando acima dessas médias, o que preserva um viés construtivo no curto prazo, embora ainda sem confirmação de rompimento mais consistente. O IFR (14) em 58,84 permanece em zona neutra.
Para o próximo movimento, entendo que a perda da região de 378.980/360.059 pontos pode reacender a pressão vendedora, abrindo espaço para quedas até 336.570/331.465, com alvo mais longo em 305.902/288.590 pontos.
Por outro lado, a continuidade da alta dependerá da superação da faixa de 410.120/437.540 pontos; acima desse patamar, vejo potencial para avanço até 449.630/479.315, com projeções mais longas em 492.060/517.440 pontos.

Suporte e resistência
Confira, agora, os principais pontos de suporte e resistência para os minicontratos de dólar e de índice para esta quinta-feira (14).





