Setores do governo, em Brasília, estão convencidos de que as últimas semanas trabalharam em prol do acordo União Europeia-Mercosul. Avaliam que cresce exponencialmente a percepção dos europeus sobre os Estados Unidos como um ator não confiável, e Bruxelas busca reduzir sua exposição à imprevisibilidade e ao unilateralismo de Donald Trump. No caso do comércio, tem por exemplo um acordo pronto para ser assinado com o Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai.




