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quinta-feira, maio 14, 2026

Mini-índice (WINV25) mantém estrutura gráfica de baixa com fiscal no radar

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Os contratos de mini-índice (WINV25), com vencimento em outubro, encerraram a última sessão (10/10) em baixa de 1,09%, aos 140.350 pontos. Já o Ibovespa recuou 0,73%, aos 140.680 pontos, acumulando queda de 2,44% na semana, pressionado pelo aumento das preocupações fiscais e pelo ambiente externo adverso. O mercado reagiu à possibilidade de um “pacote de bondades” de até R$ 100 bilhões para 2026 e à derrota da MP 1.303, que ampliaram as dúvidas sobre o equilíbrio das contas públicas. O dólar disparou 2,38%, a R$ 5,50, e os juros futuros subiram.

No exterior, Donald Trump reacendeu o temor de guerra comercial ao ameaçar novas tarifas sobre produtos chineses, derrubando as bolsas em Nova York e as commodities. No Brasil, Petrobras (PETR4) e Vale (VALE3) caíram, enquanto BBAS3 liderou as perdas entre os bancos. Para os traders do mini-índice, o cenário segue de cautela, com risco fiscal elevado e expectativa de volatilidade nos próximos dias.

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Análise do gráfico de 15 minutos

Pelo gráfico de 15 minutos, o mini-índice mostra continuidade da pressão vendedora, negociando abaixo das médias de 9 e 21 períodos. Para que o movimento de baixa siga em direção a novas mínimas, será necessário romper o suporte em 140.206/139.845 pontos, o que pode intensificar o fluxo vendedor e levar o ativo a 139.450/138.955 pontos, com alvo mais longo na região de 138.400/137.965 pontos.

Por outro lado, caso haja reação do mercado, será preciso força compradora para romper a resistência em 140.475/140.770 pontos — movimento que abriria caminho para 141.100/141.420 pontos, com alvo estendido em 141.910/146.685 pontos.

No gráfico diário, a leitura reforça o cenário de baixa, com o ativo perdendo força após testar as médias e seguir em busca de novos suportes. A próxima referência relevante está na média de 200 períodos, nos 138.753 pontos, que, se perdida, pode acionar um movimento de extensão até 136.250/135.900 pontos.

Para reverter o cenário e retomar o fluxo de alta, será necessário romper a região de resistência em 142.685/143.800 pontos, mirando 145.335/145.910 pontos. O IFR (14) está em 35,45, sinalizando que o ativo se aproxima de uma zona de sobrevenda, o que pode gerar repiques pontuais, mas ainda dentro de uma tendência primária negativa.

Fonte: Nelogica. Gráfico 15 minutos. Elaboração Rodrigo Paz

WINV25: Gráfico de 60 minutos

No gráfico de 60 minutos, o mini-índice reforça a tendência de baixa, negociando abaixo das médias de 9 e 21 períodos, o que confirma o domínio dos vendedores. Para dar continuidade ao movimento negativo, o ativo precisa romper o suporte em 140.055/139.450 pontos, o que abriria espaço para 138.955/138.400 pontos, com alvos mais longos em 137.665/136.730 pontos.

Já para qualquer tentativa de recuperação, será necessária a entrada de volume consistente capaz de romper a resistência em 140.475/141.100 pontos, o que poderia levar o ativo até 142.685/143.800 pontos, e posteriormente 144.515/145.335 pontos.

Fonte: Nelogica. Gráfico 60 minutos. Elaboração Rodrigo Paz

(Rodrigo Paz é analista técnico)

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